segunda-feira, 16 de outubro de 2017

“SALVAÇÃO – O AMOR E A MISERICÓRDIA DE DEUS”


ASSEMBLEIA DE DEUS- MINISTÉRIO DE CORDOVIL
Congregação do Colégio


Departamento de Educação Cristã




SALVAÇÃO – O AMOR E A MISERICÓRDIA DE DEUS


Introdução: - Nesta lição falaremos acerca de duas características morais de Deus: o Amor e a Misericórdia de Deus; inicialmente traremos uma definição sobre estas virtudes; falaremos sobre o amor e a misericórdia divina e suas características; e, por fim, veremos como estas virtudes se manifestaram de forma mais expressiva em Cristo Jesus.

I.       Definições:

1)       Definição da palavra amor. -  A palavra “amor ocorre na Bíblia 276 vezes. No Antigo Testamento: 123; e no Novo Testamento: 153 (JOSHUA, sd, p. 183). - Teologicamente o amor é avirtude que nos constrange a buscar, desinteressada e sacrificialmente, o bem de outrem” (ANDRADE, 2006, p. 42). -  Biblicamente, o termo hebraico básico para “amor” é “hesed”, que utilizado para Deus, significa “amável benignidade” ou “suave e amável benignidade”. A palavra grega “ágape”, utilizada para se referir ao amor divino, significa amor “não-egoísta” ou “sacrifical(GEISLER, 2010, p. 93 – acréscimo nosso).

2)       Definição da palavra misericórdia.  - A palavra “misericórdia” ocorre na Bíblia 158 vezes. No Antigo Testamento: 99; e no Novo Testamento: 59 (JOSHUA, sd, p. 977).  - A palavra hebraica para misericórdia é “rahamîm” que significa: “entranhas, misericórdias, compaixão”, esta mesma expressão é traduzida para o grego por “eleõ” mostrar generosidade, mediante beneficência ou ajuda (VINE, 2001, pp. 73,480).    - Teologicamente diz respeito a “uma compaixão suscitada pela miséria do próximo(ANDRADE, 2006, p. 266 – acréscimo nosso). Gilberto (2008, p. 76) acrescenta dizendo que: misericórdia é o termo teológico para compaixão; trata-se da disposição de Deus para socorrer os oprimidos e perdoar os culpados”.


II.       O MARAVILHOSO AMOR DE DEUS

·            Subsídio Teológico: - O Amor de Deus“Sem menosprezar a paciência, misericórdia e graça de Deus, a Bíblia associa mais frequentemente o desejo de Deus em nos salvar ao seu amor. No AT, o enfoque primário recai sobre o amor segundo a aliança como se vê em Dt 7.

Com respeito à redenção segundo a aliança, diz o Senhor: “Como amor [heb. ‘Ahavah’] eterno te amei [heb, ‘ahev’]; também com amável benignidade [heb. Chesedh] te atrai’ (Jr 31.1). a despeito da apostasia e idolatria de Israel, Deus amava com amor eterno.

O NT emprega agapão ou ágape para referir-se ao amor salvífico de Deus. No grego pré-bíblico, essas palavras tinham pouca relevância. No NT, porém, são óbvios e seu poder e valor, ‘Deus é ágape’ (Jo 3. 16). Por isso, ‘ele deu seu Filho Unigênito’ (Jo 3.16) para salvar a humanidade. Deus tem demonstrado seu amor imerecido para conosco ‘em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores’ (Rm 5. 8). O NT dá amplo testemunho do fato de que o amor de Deus o impeliu a salvar a humanidade perdida. Por isso, estes quatro atributos de Deus – a paciência, a misericórdia, a graça e o amor – demonstram a sua bondade ao promover a nossa redenção(HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. 1. Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996. Pp. 345, 346).  


2.1.        Deus é amor: - A Bíblia diz que Deus é amor (1 Jo 4.8,16); que Seu amor é grande (1 Jo 3.1); que é eterno (Jr 31.3); que foi provado (Rm 5.8); derramado (Rm 5.5); e, ainda elenca diversas características deste amor. Vejamos:

2.2.     Amor incondicional.  - Diferente do amor humano que é condicional, o amor divino é superior pois manifesta-se de forma incondicional: “Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro” (1 Jo 4.19). A palavra grega usada para descrever o amor de Deus pelo homem é “ágape”. Esse tipo de amor é absolutamente singular, já que ele não depende da beleza do objeto a ser amado. Naturalmente, o amor humano não funciona dessa maneira. Nós amamos outras pessoas porque elas nos amam ou porque vemos nelas alguma beleza ou valor. Deus nos ama independente do nosso amor: “Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós [...]” (1 Jo 4.10). Portanto, o amor de Deus por nós não foi motivado por algum amor anterior da nossa parte.

2.3.      Amor imparcial.  - Desde o início, o propósito divino era revelar o Seu amor e estender a bênção da salvação a todos os homens indiscriminadamente, pois Ele não faz acepção de pessoas (Dt 10.17; At 10.34; Rm 2.11). A vinda do Messias ao mundo mostrou claramente isso (At 10.34; Rm 2.11; Ef 6.9). É necessário entender que: (a) Deus amou o mundo e não apenas uma classe de pessoas (Jo 3.16); (b) o sacrifício de Jesus não alcança apenas um povo, mas o mundo todo (Jo 1.29;1 Jo 2.2); (c) sua graça alcança tanto os judeus como os gentios (Rm 3.29; 9.24,30; Gl 3.14; Ef 3.6); (d) a ordem de levar as boas novas de salvação é extensiva até aos confins da terra (Mt 28.19; Mc 16.15; At 1.8).

2.4.       Amor imensurável.  - Jesus disse a Nicodemos com uma intensidade incalculável “Deus amou o mundo de tal maneira [...]” (Jo 3.16). A expressão “tal” segundo o (Aurélio (2004, p. 1908) significa: “análogo, semelhante”. A ideia de Jesus é dizer que não há nada com que possa ser comparado (Jo 15.13). Paulo disse que Deus amou tanto o homem que “[…] que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós […]” (Rm 8.32); e ainda falou sobre o “[…] seu muito amor com que nos amou” (Ef 2.3). O apóstolo João, por sua vez, afirmou: “Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai […]” (1 Jo 3.1). Seu amor é maior que de uma mãe por seu próprio filho (Is 49.15).

2.5.       Amor incompreensível. - Há dois questionamentos que geralmente as pessoas fazem em relação ao amor divino. O primeiro: é como Deus pode nos amar? A Bíblia mostra que Deus decidiu nos amar (Jo 3.16). Thiessen (1986, p. 83) diz que o amor de Deus “não é um impulso emocional, mas uma afeição racional e voluntária, sendo fundamentada na verdade e santidade e no exercício da livre escolha”. O segundo questionamento que alguém poderá fazer é: como pode Deus sendo amor, condenar os que o rejeitam? É necessário entender que o pecado tem origem no homem e este por sua vez, foi quem se condenou quando deliberadamente optou por pecar (Gn 2.16,17; Ez 18.4; Rm 6.23-a). Deus como o Grande Legislador e Juiz apenas julgará e condenará o homem por seus próprios atos (At 17.31; Rm 2.16). Portanto, o amor de Deus está em pleno acordo com a retidão e a justiça das exigências de castigo para o pecador. “Se o amor não incluir a justiça, ele não passa de sentimentalismo” (WILMINGTON, 2015, p. 15).


III.       UM DEUS MISERICÓRDIOSO

·   Subsídio Teológico: - Misericórdia: -  “No AT, a palavra ‘misericórdia’, é tradução da palavra grega eleos, ou ‘piedade’, compaixão, misericórdia’ (veja seu uso em Lucas 10. 37; Hb 4. 16), e oiktirmos, isto é, ‘companheirismo em meio ao sofrimento’ (veja seu uso em Filipenses 2.1; Colossenses 3. 12; Hebreus 10.38).

No AT, este termo representa duas raízes distintas: rehem, que pode significar maciez), “o ventre”, referindo-se, portanto, à compaixão materna (I Rs 3. 26, ‘entranhas’), e hesed, que significa força permanente (Sl 59. 16; 62, 12; 144.2) ou ‘mútua obrigação ou solidariedade das partes relacionadas’ – portanto, lealdade. A primeira forma expressa a bondade de Deus, particularmente em relação àqueles que estão em dificuldades (Gn 43. 14; Êx 34. 6). A segunda expressa a fidelidade do Senhor, ou os laços pelos quais ‘pertencemos’ ou ‘fazemos parte’ do grupo de seus filhos. Seu permanente e imutável amor está subentendido, e se expressa através do termo berit, que significa ‘aliança’ ou ‘testemunho’ (Êx 15. 13; Dt 7. 9; Sl 136. 10 – 24) ” (Dicionário Bíblico Wycliffe. 1. Ed. Rio de Janeiro: CPAD, p. 1290).

O AT diz que as misericórdias do Senhor são muitas (1 Cr 21.13; Sl 51.1; 119.156); são grandes (Nm 14.19; Ne 9.31; Sl 57.10; 103.11); são eternas (Sl 25.6; 100.5; 103.17; 106.1); são boas (Sl 109.21); imutáveis (Is 54.10); são a causa de não sermos consumidos (Lm 3.22). Jesus disse que “o Pai é misericordioso” (Lc 6.36). Paulo disse que esta misericórdia Ele estendeu a todos os homens indistintamente (Rm 11.32); que os gentios devem glorificar a Deus porque foram pela misericórdia incluídos no plano da salvação (Rm 15.9). É dito que Deus é riquíssimo em misericórdia (Ef 2.4). Vejamos algumas verdades sobre a misericórdia divina:

3.1.    A misericórdia é uma atitude opcional de Deus.  - Assim como o amor é uma atitude voluntária de Deus em relação ao Homem, o mesmo se diz da misericórdia. Ele não é constrangido a agir de forma misericordiosa, quando faz, o faz porque quer (Ne 9.31; Sl 78.38; Jn 4.2). Ele disse: “[…] e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia, e me compadecerei de quem eu me compadecer” (Êx 33.19).

3.2.     A misericórdia é um ato gracioso de Deus. - No NT a palavra misericórdia é muitas vezes mencionada ao lado da graça de Deus (1 Tm 1.2; 2 Tm 1.1; Tt 1.4). Segundo Vine (2002, p. 183) a mesma palavra hebraica para graça “hesed” também pode é traduzida como “misericórdia”, dando a entender que ambas são correlatas, porém distintas. Pode-se dizer que “a graça e a misericórdia são lados diferentes da mesma moeda. A misericórdia é o ato de conter a punição merecida, enquanto a graça é o ato de conceder o favor não merecido. Portanto, a misericórdia garante que o pecador não receba o que merece, a saber, o castigo, ao passo que a graça garante que ele receba aquilo que ele não merece, a saber, a benção” (WILMINGTON, 2015, p. 14).


3.3.    A misericórdia é oposta ao merecimento. - Sempre que a Bíblia fala da misericórdia mostra-a sendo exercida por Deus em relação as pessoas que não merecem, por isso ela sempre aparece ao lado do perdão “O SENHOR é longânimo, e grande em misericórdia, que perdoa a iniquidade e a transgressão [...]” (Nm 14.18-a). O pecado torna o homem indigno das bênçãos divinas, no entanto, pela misericórdia, Deus dispensa seus favores para que o homem mesmo nesta condição, retendo a Sua ira (Nm 14.19; 2 Sm 24.14; 1 Rs 8.50; Ne 9.31; 25.7; 51.1). “A misericórdia susta a penalidade que deveria cair sobre o pecador e abre caminho para a obra da graça começar a atua nele” (CAMPOS, 2002, p. 292).


IV.       O AMOR E A MISERICÓRDIA REVELADAS EM CRISTO JESUS
Embora a narrativa bíblica nos mostre, em diversos momentos, Deus revelando o Seu amor e a Sua misericórdia com o homem, a nação de Israel e com os gentios, houve um momento histórico em que estas duas virtudes foram evidenciadas como nunca antes, quando Jesus Cristo foi enviado ao mundo para morrer pelos pecadores. Todos os homens, sem exceção, estão sentenciados ao castigo eterno (Rm 3.23; 6.23-a). No entanto, a Escritura nos mostra que a atitude de Deus em relação a humanidade culpada foi diferente da esperada. Vejamos:

4.1.       Jesus Cristo, a expressão máxima do amor divino. - No NT encontramos Jesus afirmando a Sua vinda ao mundo, constitui-se na expressão máxima do amor divino “[…] Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito […]” (Jo 3.16-a). Paulo, por sua vez, afirmou que “[…] Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8). Ele ainda afirma que a entrega de Cristo para morrer por ele constitui-se na prova do Seu amor: “[…] o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2.20). E, também: “[…] Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós […]” (Ef 5.2); e ainda: “[…] Cristo Amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela […]” (Ef 5.25). Pedro, assevera que Jesus foi: “[…] manifestado nestes últimos tempos por amor de vós” (1 Pe 1.20). O apóstolo João por sua vez nos diz: “[…] ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados” (1 Jo 4.10); e, também: “Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos” (1 Jo 4.9).

4.2.  Jesus Cristo, a expressão máxima da misericórdia divina. - Em Sua misericórdia Deus se revela um Deus que tem compaixão dos que se acham na miséria e está sempre pronto a aliviar a sua desgraça. Por causa desta misericórdia, Deus enviou a Jesus Cristo para morrer no lugar do seu povo e, assim, livrou-os de receber pessoalmente a condenação que mereciam (Lc 1.78), pois Ele é o Pai das misericórdias (2 Co 1.3). Portanto, a vinda de Cristo é a manifestação suprema da misericórdia para nos salvar: “[…] segundo a sua misericórdia, nos salvou […]” (Tt 3.5). Paulo ainda diz que: “Deus, que é riquíssimo em misericórdia […]” (Ef 2.4,5). E, também “[…] Deus encerrou a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia” (Rm 11.32). Definitivamente: “[…] a misericórdia triunfa do juízo” (Tg 2.13).


·  Subsídio Teológico: - “[...]. É preciso compreender e comparar dois aspectos da salvação, que são: o aspecto legal e o aspecto ético e moral. No aspecto legal está a justificação, que trata da quitação da pena do pecado. Significa que a exigência da Lei foi cumprida. Porém, no aspecto moral, está a santificação que trata da vivência cotidiana após a justificação. Como compreender então a relação entre a justificação e a santificação?

Em primeiro lugar, a santificação trata do nosso estado, assim como a justificação trata da nossa posição em Cristo. Observe isto: Na justificação somos declarados justos. Na santificação nos tornamos justos. A justificação é a obra que Deus faz por nós como pecadores. A santificação diz respeito ao que Deus faz em nós. Pela justificação somos colocados numa correta e legal relação com Deus. Na santificação aparecem os frutos dessa relação com Deus. Pela justificação nos é outorgada a segurança. Pela santificação nos é outorgada a confiança na segurança. Em segundo lugar, a santificação envolve, também, o aspecto posicional. Na justificação o crente é visto em posição legal por causa do cumprimento da Lei, na santificação o crente é visto em posição moral e espiritual. Posicionalmente, o crente é visto nesses dois aspectos abordados que são: o legal e o moral. Legalmente, ele se torna justo pela obra justificadora de Jesus Cristo. Moralmente, ele se torna santo por obra do Espírito Santo”. (Cabral, Elienal. Romanos: O Evangelho da Justiça de Deus. 5. Ed. Rio de Janeiro; CPAD, 2005, pp. 73,74).


Conclusão: - Embora o homem tenha se distanciado de Deus por causa do pecado, Ele decidiu amar e usar de misericórdia, por meio de Cristo Jesus, a fim de salvar a raça humana.
O amor e a misericórdia de Deus extrapolam a compreensão humana, pois ainda que se usem os melhores recursos linguísticos, estes não seria, capazes de descrever quão incomensuráveis são essas virtudes divinas. Nem mesmo o amor de uma mãe pelo seu filho é capaz de sobrepor o amor e a misericórdia de nosso Deus. Por isso, resta-nos expressar esse amor em relação com cada criatura.


ü    Referências Biográficas:

Lições Bíblicas – 4º Trimestre de 2017 - CPAD




           Elaborada pela Professora, Maria Valda
Pastora da ADMEP





O QUE É O VASO DE ALABASTRO?


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O QUE É O VASO DE ALABASTRO?



O vaso de alabastro é conhecido entre os cristãos por ter sido o tipo de recipiente utilizado para portar óleos ou essências em algumas passagens do Novo Testamento. Diante disto, muitos ficam curiosos sobre como era esse vaso, e o que significa alabastro. Neste texto, iremos entender um pouco melhor o que é o vaso de alabastro.

O que significa alabastro e o que era o vaso de alabastro?

Originalmente a forma neutra do grego alabastros, era usada para designar um frasco de alabastro que possuía um gargalo comprido que, quando o conteúdo era utilizado, tal gargalo era rompido. Geralmente o conteúdo armazenado nesses frascos eram óleos e essências.

O mesmo termo também era utilizado para se referir a qualquer frasco que possuía o formado indicado acima, não importando o material de que tivesse sido fabricado.
Tratando-se do próprio alabastro, este era uma variedade de carbono de cálcio produzido por depósito natural e hidratado. Existe uma diferença entre os alabastros da antiguidade e os mais modernos. O alabastro moderno é um tipo de gesso, sendo uma pedra mais mole. Já os alabastros da antiguidade (heb. shayish ou shesh) geralmente eram de mármore, compostos de calcita (1 Cr 29:2; Et 1:6).

Esse material em sua forma pura tem uma cor branca e translúcida. Geralmente o alabastro era encontrado em regiões calcárias, em cavernas e locais próximos de nascentes. Estes materiais eram muito utilizados na escultura de estátuas e na fabricação de vasos, frascos, caixas, garrafas e recipientes em geral.


Havia vasos de alabastro fabricado na região da Palestina, com pedras escavadas no vale do Jordão. Outros eram importados do Egito, sendo estes mais valiosos.
O vaso de alabastro na Bíblia

No Novo Testamento encontramos algumas passagens que fazem referência à utilização do vaso de alabastro. A primeira está no Evangelho de Mateus, quando Jesus é ungido em Betânia:

Aproximou-se dele uma mulher com um vaso de alabastro, com unguento de grande valor, e derramou-lhe sobre a cabeça, quando ele estava assentado à mesa.
(Mateus 26:7)

Nos Evangelhos de Marcos (cap. 14:3-9) e João (cap. 12:1-8) encontramos um texto paralelo ao relato do Evangelho de Mateus. No caso da referência de Marcos, trata-se de um paralelo exato, enquanto que no Evangelho de João algumas diferenças cronológicas podem ser percebidas, porém nenhum detalhe entra em conflito com os textos de Mateus e Marcos.
Alguns argumentam que na narrativa de João é dito que a mulher ungiu os pés de Jesus, enquanto que em Mateus e Marcos relatam que o liquido foi derramado sobre sua cabeça. Porém é possível que ela tenha derramado tanto bálsamo em Jesus que o liquido escorreu até mesmo pelos pés dEle. Sobre isso, João escreveu que havia “uma libra de bálsamo de nardo puro” (Jo 12:3). Essa medida equivalia a algo em torno de 450 gramas de perfume, o suficiente para cobrir Jesus. Saiba mais sobre os pesos e medidas na Bíblia.

Esta mulher que aparece anônima nos Evangelhos de Mateus e Marcos, no Evangelho de João é identificada como sendo Maria, irmã de Marta e Lázaro, aquele que foi ressuscitado.

O liquido que ela carregava no vaso de alabastro era o nardo puro (Mc 14:3). O nardo era um perfume raro feito de raízes de uma planta nativa do Himalaia. Nos tempos bíblicos ele era importado justamente em frascos selados de alabastro, que eram abertos apenas em ocasiões muito especiais.

Em João 12:5, temos uma fala de Judas onde ele estipula o preço desse perfume em trezentos denários, o que equivalia a um ano de salário de um trabalhador da época, ou, como simples curiosidade, dez vezes mais do que o valor que ele mesmo recebeu para trair Jesus.
A outra referência onde é citado o vaso de alabastro está no Evangelho de Lucas (cap. 7:36-50) e também é um relato sobre uma mulher pecadora que ungiu os pés de Jesus. Aqui é importante dizer que esta mulher não deve ser confundida com a mulher citada anteriormente no episódio registrado por Mateus, Marcos e João, apesar das evidentes semelhanças.



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A mulher mencionada por Lucas realmente não teve sua identidade revelada. É muito comum a interpretação de que essa tal mulher tenha sido uma prostituta, porém no texto original em grego a expressão “era pecadora” não necessariamente precisa significar que ela era uma meretriz.

O texto apenas deixa claro que ela era muito conhecida no povoado por sua má reputação. Além disso, no texto de Lucas ela já aparece como uma mulher arrependida, isto é, seja lá o que tivesse feito, ela já não fazia mais.

 Fonte: https://estiloadoracao.com/o-que-e-vaso-de-alabastro/

O QUE SIGNIFICA NICOLAÍTAS?


O QUE SIGNIFICA NICOLAÍTAS? QUAL ERA A DOUTRINA DOS NICOLAÍTAS?




Os nicolaítas eram pessoas que procuravam difundir ensinos contrários ao verdadeiro Evangelho a fim de corromper a Igreja de Cristo e perverter o genuíno culto ao Senhor. Por isto, o significado de “nicolaítas” na Bíblia está relacionado ao fato de serem pedra de tropeço na Igreja de Deus.

Os nicolaítas são mencionados apenas duas vezes no Novo Testamento no livro do Apocalipse, em passagens que enfatizam a verdade de que Deus odiava suas obras (Apocalipse 2:6.15). A seguir, vamos entender melhor quem eram os nicolaítas e qual era a doutrina que eles ensinavam.
Os nicolaítas na Bíblia
Este grupo aparece pela primeira vez em Apocalipse 2:6, quando Jesus elogia a Igreja de Éfeso por odiar as obras dos nicolaítas: “Entretanto, há uma coisa a seu favor: você odeia as práticas dos nicolaítas, as quais eu também odeio”.

A segunda referência aos nicolaítas na Bíblia está registrada no mesmo capítulo 2 do livro do Apocalipse, na carta endereçada a Igreja em Pérgamo: “No entanto, tenho contra ti algumas coisas: você tem aí pessoas que se apegam aos ensinos de Balaão, que ensinou Balaque a armar ciladas contra os israelitas, induzindo-os a comer alimentos sacrificados a ídolos e a praticar imoralidade sexual. De igual modo você tem também os que se apegam aos ensinos dos nicolaítas” (Apocalipse 2:14,15).

Diferentemente da carta a Igreja em Éfeso, os cristãos de Pérgamo não recebem um elogio da parte do Senhor, ao contrário, eles são duramente repreendidos por tolerarem os ensinos dos nicolaítas.
Quem eram os nicolaítas?
Não é muito fácil afirmar com exatidão quem eram os nicolaítas. Na verdade, ao longo da História da Igreja, diferentes teorias foram apresentadas para tentar explicar a origem dos nicolaítas.
Alguns entendem que os nicolaítas eram seguidores de Nicolau, o prosélito de Antioquia que foi designado diácono na Igreja em Jerusalém (Atos 6:5). Esta interpretação foi defendida por Irineu e Hipólito (séculos 2 e 3 d.C.), mas não há qualquer evidência concreta a seu favor, tendo então que ser considerada com desconfiança.

Outros entendem que os nicolaítas formavam uma seita gnóstica que procurava se infiltrar nas comunidades cristãs com o objetivo de semear seus ensinos heréticos. Por último, há quem entenda que os nicolaítas eram simplesmente aquelas pessoas que seguiam e divulgavam os ensinamentos dos falsos apóstolos e falsos profetas. Esta última alternativa talvez seja a mais provável, e se harmoniza melhor com a exegese do texto.

Qual era a doutrina dos nicolaítas?

Considerando que os nicolaítas eram pessoas que seguiam os falsos apóstolos e profetas, podemos ter alguma ideia do tipo de coisa que eles ensinavam. Devemos notar que o Senhor Jesus parece estabelecer um tipo de paralelismo entre os nicolaítas e Balaão (Apocalipse 2:14).

Balaão aparece no Antigo Testamento como alguém que tentou conquistar pessoas através da fraude e do engano. Assim, da mesma forma com que Balaão tentou prejudicar o povo de Israel com profecia enganadora, os nicolaítas tentavam destruir a Igreja de Cristo através de doutrinas falsas.

Além disso, o nome grego Nikolaos significa “ele conquista pessoas”, e pode ter sido aplicado no Apocalipse como um tipo de alegoria helenizada para se referir exatamente a pratica de Balaão como corruptor de Israel. Assim, os nicolaítas, do grego nikolaites, pode significar algo como “conquista do povo”, no sentido de destruição.

De qualquer forma, Jesus repreendeu a Igreja de Pérgamo por aceitar pessoas que seguiam a doutrina de Balaão, ou seja, da mesma forma como Balaão ensinava Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, tais pessoas também buscavam lançar tropeços entre os cristãos, introduzindo-os a comerem de banquetes pagãos e a se prostituírem. Práticas semelhantes também tinham ocorrido entre os israelitas nos dias de Balaão (Números 25:1,2; 31:16).
É por isto que os nicolaítas aparecem na literatura cristã da época dos pais da Igreja como sendo pessoas amantes do prazer, caluniadoras, corruptoras de sua própria carne e que viviam uma vida devassa.

Assim, certamente os nicolaítas eram pessoas comprometidas com o mundo pecaminoso, que provavelmente participavam e incentivavam que outros se entregassem às festas, rituais, práticas e banquetes imorais e idolatras dos pagãos.
Aqui vale considerar que nos dias em que o Apocalipse foi escrito, deixar de comer alimentos sacrificados a ídolos e recusar-se a frequentar as festas do paganismo, implicava praticamente no isolamento social e econômico, visto que a vida daquela sociedade girava em torno dessas festas e o comércio tinha como patronos as deidades cultuadas nelas. Saiba sobre o contexto do livro do Apocalipse.

Tudo isso significava que um cristão verdadeiro que abstivesse desse comportamento pecaminoso provavelmente perderia seu emprego, sua influência social e seria considerado excluído da sociedade. Os nicolaítas, por sua vez, procuravam contornar essa situação e tentavam misturar elementos do paganismo dentro da Igreja de Cristo, e ainda acreditavam em poder justificar suas práticas pecaminosas.

O tempo passou, mas pessoas semelhantes aos nicolaítas continuam por aí, levando um estilo de vida imoral e corrupto, tentando se infiltrar entre os cristãos com o objetivo de perverter a verdade do Evangelho. No entanto, a sentença já foi dada por Cristo: “[…] contra eles batalharei com a espada da minha boca” (Apocalipse 2:16).
Fonte> https://estiloadoracao.com/nicolaitas-significado/

COMO FOI A CRIAÇÃO DO MUNDO? O QUE É O CRIACIONISMO BÍBLICO?

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COMO FOI A CRIAÇÃO DO MUNDO? O QUE É O CRIACIONISMO BÍBLICO?




Sem dúvida a criação do mundo é um dos temas mais complexos e discutidos ao longo da história da humanidade. Desde a antiguidade o homem tenta buscar respostas em relação à criação, e o resultado disto foi o surgimento de várias lendas e mitos até chegar as posições mais recentes defendidas pela ciência.

Para quem tem a Bíblia como a Palavra de Deus infalível e inerrante, essas respostas já estão bem esclarecidas, mas ainda assim, dentro da própria narrativa bíblica, várias interpretações são discutidas e muitas pessoas acabam ficando confusas.
Quem criou o mundo e o que existia antes de sua criação?
Antes de tudo, precisamos entender que foi Deus que criou o mundo, e Ele criou todas as coisas simplesmente porque Ele quis criar.  Diferentemente do que muitos dizem, Deus não criou o mundo e, consequentemente o homem, porque Ele precisava criar. Por ser Deus, Ele é autossuficiente e não precisa de nada disto. Assim, Ele criou todas as coisas simplesmente pela Sua perfeita vontade e unicamente para a Sua glória (Apocalipse 4:11).

Muita gente também se pergunta o que existia antes da criação do mundo. Antes do princípio, apenas Deus existia, de eternidade em eternidade, completamente satisfeito em si mesmo, e se, porventura, Ele não tivesse criado todas as coisas, Ele continuaria sendo Deus da mesma forma. Sabemos também que foi na eternidade, antes da criação do mundo, que Deus concebeu o plano de Salvação (Atos 4:28; Efésios 1:4; 2 Timóteo 1:9 1 Pedro 1:20).
Como foi a criação do mundo?
Nos dois primeiros versículos do livro de Gênesis encontramos uma informação muita importante para entendermos a criação do mundo. Neles, temos uma apresentação mais do que suficiente de quem é o nosso Deus, revelando que Ele é eterno, possuí um poder inimaginável e que criou o mundo quando não existia nada.


No princípio criou Deus o céu e a terra.
E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.
(Gênesis 1:1,2)

Quando o texto diz “no princípio”, do hebraico ber’shith, ele nos mostra a primeira menção de tempo, e assim, expressa claramente a eternidade de Deus que existe desde sempre, e que foi Ele quem criou o tempo para submeter ao tempo as suas criaturas que são temporais.

Isto significa que a matéria não é eterna, Deus é quem é eterno. Em outras palavras, Deus não precisa do tempo, pois Ele é de eternidade a eternidade, mas todas as outras coisas são reguladas pelo tempo. A palavra traduzida por “criou” é o hebraico bara, um termo que podemos dizer que só Deus é capaz de usá-lo, pelo fato de descrever um milagre completo, pois sempre é aplicado na Bíblia com o significado de “criar do nada”.

Assim, nas Escrituras somente Deus é o sujeito do verbo bara. Os homens fazem (do hebraico asah), mas na Bíblia apenas Deus cria (bara). Tudo isto significa que com relação a criação do mundo, Deus do nada criou algo absolutamente novo, e isto é impossível para o homem, já que qualquer coisa que coisa que “criamos” ou “façamos” é em função de outra já existente.

Então Deus criou os céus e a terra, e a terra ainda estava sem forma e vazia, e não havia luz, contudo, o Espírito de Deus se movia continuamente sobre a face das águas. Os textos bíblicos que fazem referência a criação do mundo também afirmam de forma inegável a verdade sobre a Santíssima Trindade, onde o único Deus que subsiste em três Pessoas distintas igualmente eternas e divinas, Pai, Filho e Espírito, agiu ativamente na obra da criação (Gênesis 1:2,26; João 1:1-3; Colossenses 1:16,17). Saiba o que é a Trindade.

Alguns estudiosos também localizam no primeiro dia da criação a ocasião em que os anjos foram criados, ocorrendo em momento depois da criação dos céus e antes da criação da terra, para se adequar ao que diz em Jó 38:4-7.
Já outros, acreditam que Deus criou os anjos em algum momento até o final do segundo dia. Sobre este tema, a Bíblia não nos esclarece nada. Não existem referências explicitas sobre a origem dos anjos ou algum processo relacionado a isto. Sabemos apenas que eles também são criaturas de Deus.
Já no versículo 3 de Gênesis 1 podemos identificar a primeira ordem de Deus que nos é descrita: “Haja luz”. Existe uma ênfase bastante grande na palavra falada de Deus, sendo que em cada dia criativo podemos identificar uma ordem ou expressão da vontade de Deus por Sua palavra.
Esta luz não se tratava do sol ou quaisquer outros luminares que ainda seriam criados. Muitos intérpretes entendem que esta luz aqui descrita emana do próprio Deus, enquanto outros afirmam ser outro tipo de luz que pode ser identificado no espaço, como as colunas de luzes, e que não é produzida por nenhuma estrela. Este foi então o primeiro dia da criação do mundo.
No segundo dia da criação do mundo, aconteceu a separação das águas, e assim Deus fez o firmamento e o chamou de céu. A palavra original no hebraico, raquia, traz a ideia de algo que foi pressionado, estendido, para cobrir uma superfície extensa.

No terceiro dia da criação do mundo vemos uma ênfase maior na própria terra como sendo preparada para servir de habitat. Deus, por Sua palavra, ajuntou as águas para que a terra seca pudesse aparecer, e ordenou que a vegetação cobrisse a terra, e a terra fez brotar a vegetação com plantas e árvores.

No quarto dia da criação do mundo vemos Deus, por Sua palavra, criando os luminares, o maior para o dia e o menor para a noite, bem como as estrelas também. Aqui temos um grande contraste com várias lendas pagãs sobre a criação. O sol, a lua e as estrelas não são divindades como os povos acreditavam, mas são apenas obras das mãos de Deus.

No quinto dia da criação do mundo podemos perceber então que já havia um cenário pronto, apenas esperando as criaturas que iriam habitá-lo. Então Deus ordenou o surgimento, em espécies, dos seres vivos que habitam as águas e das aves que voam no céu. Deus também deu outra ordem para que as espécies se multiplicassem e povoassem as águas e o céu.

No sexto dia da criação do mundo aconteceu algo semelhante ao que ocorreu no quinto dia. Deus ordenou que a terra produzisse seres vivos separados em espécies, e assim foi. Também foi no sexto dia da criação do mundo que Deus criou o homem à Sua imagem e semelhança para que dominasse sobre toda a criação na terra (Gênesis 1:26,27). Entenda o que significa o homem ser criado à imagem e semelhança de Deus.

A criação do mundo e o capítulo 2 de Gênesis

Alguns estudiosos insistem em afirmar que o capítulo 2 do livro de Gênesis retrata uma ordem diferente da criação, ou alguma alteração na criação da raça humana, principalmente em relação à mulher. Influenciado por antigos folclores, alguns afirmam que a mulher do capítulo 1 não é a mesma do capítulo 2.
Esse tipo de afirmação não encontra nenhum apoio bíblico, e defender uma interpretação assim acaba em defender uma teoria que contradiz a própria Bíblia. Portanto, podemos concluir seguramente que o capítulo 2 de Gênesis trata-se apenas de um aprofundamento na história da criação do mundo, dando ênfase especial à criação da raça humana já descrita, de forma introdutória, no capítulo 1. Entenda também se os dias da criação foram literais.

A criação do mundo foi concluída

Este é um ponto muito importante que precisamos considerar sobre a criação do mundo. O livro de Gênesis nos mostra a criação como um processo finalizado e completo. Isto significa que a criação não está mais acontecendo, pois ela já foi concluída por Deus.

O que temos agora, com relação as modificações que existem na criação, são processos normais e naturais, constantes da natureza, e que ocorrem de forma providencial, mas que não implica ao processo de criação em si. Dentro destas características temos, por exemplo, as alterações geológicas e as microevoluções dentro das espécies, e que em nada contradizem os relatos bíblicos.
Podemos dizer que o mundo é o mesmo desde que foi criado no sentido de que nada mais esta se criando, mas não no sentido de fixismo, ou seja, espécies se adaptam para sobreviverem em seus ecossistemas e as atividades sísmicas alteram aspectos geológicos. O importante é compreender que essa verdade é muito diferente de uma teoria de macro evolução.
Além disto, também é fundamental saber que tudo isto está sob o controle de Deus, ou seja, nada do que acontece no mundo é obra do acaso, pois Ele não é apenas o criador de todas as coisas, mas também o sustentador de todas as coisas (Hebreus 1:3; cf. Isaías 42:5; João 5:17). Saiba se a Bíblia diz quantos anos tem a Terra.


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A criação do mundo e as teorias antigas do Oriente

Existem vários mitos que foram desenvolvidos em diversas civilizações do Antigo Oriente que, embora não tratam explicitamente sobre toda a criação do mundo, trazem dentro de seus contos os pontos de vista desses povos sobre uma “organização” do universo. Os mitos mais conhecidos são os de origem babilônica, egípcia e grega.

O que todos eles possuem em comum é a visão politeísta sobre a criação do mundo, e as disputas entre deidades sobre uma supremacia divina. Algumas coisas parecem ser derivadas de uma fonte comum, que em alguns detalhes até se assemelham com o relato da criação do mundo que temos na Bíblia.

Um exemplo disto é que alguns desses contos mencionam uma “deusa da costela”, e também um “deus doente por comer um fruto”, o que parece se assemelhar com o relato bíblico de que a mulher foi criada da costela do homem, e que ambos desobedeceram a Deus quando comeram do fruto da árvore do conhecimento. Saiba o que foi a Queda do homem.

Todavia, a história bíblica da criação do mundo se difere de todos esses mitos por sua simplicidade, clareza, e, principalmente, sobre sua ideia monoteísta, além, é claro, de ser a única que possui total confiabilidade e autoridade para instruir nossas vidas e responder aos nossos questionamentos acerca da origem do universo, pois de forma bem direta as Escrituras declaram que a criação do mundo, e de tudo que nele há, é obra das mãos do único e verdadeiro Deus.

Fonte: https://estiloadoracao.com/a-criacao-do-mundo/