terça-feira, 18 de setembro de 2018
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
“O CULTIVO DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS”
ADMEP
Assembleia
de Deus Ministério Estudando a Palavra
Crescendo no Conhecimento da Palavra de Deus
Rua, Dr. José Thomas, 651 – Pavuna, Rio de Janeiro, RJ.
Pastora,
Maria Valda
RG.
032/2018 - CIMADESO
Departamento de
Educação Cristã
Escola Bíblica
Dominical
“O
CULTIVO DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS”
§ Objetivo
Geral: -
Compreender que os crentes precisam cultivar relacionamentos saudáveis.
§ Objetivos
Específicos: -
1)
Compreender a importância das relações
interpessoais;
2)
Apontar as ameaças às relações interpessoais;
3)
Apontar a fonte das relações interpessoais.
Introdução: - Com graça de
Deus, chegamos ao final do estudo da Epístola aos Romanos. Paulo conclui a
carta saudando alguns irmãs e irmãos em Cristo. A lista de saudações é bem
extensa. Ele cita judeus e gentios, gente simples e autoridades. Isso mostra
que o líder preciso da ajuda de cooperadores. Paulo tinha vários cooperadores e
não deixou de fazer menção do nome deles. O apóstolo demonstra seu amor por todos
os irmãos que cooperavam com a obra de Deus. Na conclusão da Epístola de Romanos,
percebemos que o apóstolo Paulo não somente fundou igrejas e pregou o Evangelho
de Cristo aos gentios. Ele construiu comunidades de amor, de remidos em Cristo
pela graça, que amavam ao Senhor e a sua obra.
Os vinte e
sete versículos do capítulo dezesseis da Epístola aos Romanos encerram a
monumental obra literária de Paulo. Por toda a obra, o apóstolo discorreu a
respeito dos principais temas da fé cristã e deixou-nos princípios fundamentais
que são úteis para a construção de relacionamentos interpessoais. De uma
maneira informal, mas com o seu estilo literário característico. Paulo traz à
lembrança nomes de pessoas que, de uma forma ou de outra, o ajudaram a
construir a identidade cristã do primeiro século. Ele não deixou que esses
nomes caíssem no esquecimento, e, no final de sua carta envia-lhes saudações,
numa demonstração de gratidão a Deus por tudo o que essas pessoas significaram para
ele.
§
Definição sobre o assunto: Relacionamento interpessoal é um conceito do âmbito da sociologia e psicologia que significa uma relação entre duas ou
mais pessoas. Este tipo de relacionamento é marcado pelo contexto onde ele está
inserido, podendo ser um contexto familiar, escolar, de trabalho ou de
comunidade.
§
O conteúdo de um relacionamento
interpessoal pode ser de vários níveis e envolver diferentes sentimentos
como o amor, compaixão, amizade, etc. Um relacionamento deste tipo também pode
ser marcado por características e situações como competência, transações
comerciais, inimizade, etc. Um relacionamento pode ser determinado e alterado
de acordo com um conflito interpessoal, que surge de uma divergência entre dois
ou mais indivíduos.
I. A IMPORTÂNCIA DAS RELAÇÕES
INTERPESSOAIS
1) Valorizando pessoas, não coisas. – Paulo finaliza sua carta
primeiramente recomendando a irmã Febe, membro da igreja de Cencreia. Foi através dela que Paulo enviou sua epístola
à igreja que estava em Roma. Esse capítulo,
que praticamente não contém ensino explicito e apresenta várias listas de
pessoas na maioria desconhecidas, é a maior e mais íntima expressão do amor e
da afeição de Paulo por outros cristãos e colaboradores entre as que podem ser
encontradas nas suas cartas do NT. Ele fornece lampejos (brilhos) da vida dos cristãos
comuns do século 1º e oferece uma visão interior da natureza e do caráter da
Igreja Primitiva.
2) Febe. – Quem era Febe? – Seu nome
significa “luminosa e radiante”, o que apropriadamente
corresponde à breve descrição de Paulo a respeito de sua personalidade e caráter
cristãos. Servindo. O termo do qual provém
as palavras “diácono” e diaconisa” (veja notas em I Tm 3. 10 – 11, 13: Bíblia de
Estudo MacArthur). Na Igreja Primitiva, as mulheres servas cuidavam dos cristãos doentes,
dos pobres, dos estrangeiros e dos que estavam na prisão. Elas ensinavam as
mulheres e as crianças (cf. Tt 2. 3 – 5). Se Febe tinha ou não um título
oficial, era dela a grande responsabilidade de entregar essa carta à igreja de
Roma. (Rm 16. 1, 2).
3) Febe – “Febe morava
na cidade de Cencreia, um porto localizado a oeste de Corinto, cerca de 10 km
do centro desta cidade. Era conhecida como uma diaconisa, isto é, uma ajudante
na igreja local. Aparentemente, ela era uma pessoa rica que ajudava a manter o
ministério de Paulo. Febe era muito conceituada na igreja de Cencreia e pode
ter sido a portadora desta carta, levando-a de Corinto a Roma. A saudação de
Paulo a ela é uma evidência do importante papel que as mulheres desempenharam
na Igreja Primitiva. ”
4) O valor das mulheres. - Paulo fala de Priscila e Áquila, como tendo
exposto suas vidas na causa do Evangelho (Rm 16. 3). Esse casal era judeu e
havia sido expulso de Roma pelo imperador Cláudio. (At 18. 2) Áquila ... Priscila. Essa equipe de
marido e esposa se tornaria amigo íntimo de Paulo, eles inclusive arriscaram a
própria vida em favor de Paulo (Rm 16. 3, 4). O nome de Priscila (ou Prisca)
é listado quatro vezes na Escrituras
antes do nome do marido, o que pode indicar que ela ocupava uma posição social
mais elevada do que Áquila ou que ela era a pessoa mais proeminente dos dois na
igreja. Eles provavelmente já eram cristãos quando Paulo os encontrou,
provenientes de Roma, onde já existia uma igreja (Rm 1. 7, 8).
4.1) (Rm 16. 6). Maria, que muito trabalhou por vós.
“Trabalhou muito” tem a
conotação de um trabalho pesado ao ponto de exaustão. O contexto sugere que ela
pode ter ministrado na igreja de Roma desde a sua fundação e foi mencionada a
Paulo por outras pessoas (possivelmente Priscila e Áquila).
5) Irmandade e companheirismo. – Na saudação
seguinte, sentimos o peso que tinha a comunidade cristã para Paulo e o valor do
seu companheirismo (Rm 16. 7, 8).
II. AS AMEAÇAS ÀS RELAÇÕES INTERPESSOAIS
1) Individualismo.
– (Rm 16. 17 –
20). Paulo considerou necessário
inserir em suas saudações de amor essa admoestação contra os ensinos e práticas
prejudiciais que abalavam a verdade do Cristianismo, sendo a maior de suas
ameaças. O amor genuíno estará pronto para perdoar o mal, mas não o tolerará ou
o ignorará. Aqueles, como Paulo, que amam de verdade os outros cristãos, que
lhe são queridos, os alertarão a respeito do pecado e das consequências. (Cf.
1. Co 13. 6).
2) Sensualismo
e antinomismo. – Esses irmãos
facciosos não apenas provocavam dissensões, mas também promoviam escândalos. (Rm
16. 17): divisões e escândalos. Falsidade doutrinária e práticas
pecaminosas (cf. Mt 24.24; At 20. 27 – 32: Gl 1. 6 – 8; Ef 4. 14). “Palavras
suaves e lisonjas” (Rm 16. 18). Não havia regras para obedecer. Esse ensino
de sabor adocicado, porém falso, tinha a capacidade de atrair os incautos: as
pessoas confiantes e ingênuas (cf. 2 Co 11. 13 – 16). A recomendação de Paulo
em relação aqueles que causavam dissensões e escândalos era que a igreja deve observá-los
e afastar-se deles. O individualismo,
o sensualismo e antimonismo são ameaças às relações interpessoais.
III. A FONTE DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS
1) Existe em
razão da sabedoria e soberania de Deus. – Paulo queria que os Romanos se certificassem
de que ele lhes ensinara o Evangelho de Deus. O evangelho da graça faz parte do
“mistério” que Deus deu a conhecer no final dos tempos (Rm 16. 25). Esse
mistério, que esteve oculto, foi dado a conhecer à Igreja através de revelação
do Espírito Santo. Era sobre o desvendar desse mistério que Paulo acabara de
escrever. O mistério mais comum no NT é que Deus concederia
salvação aos gentios, bem como aos judeus (Ef 3. 3 – 9). O resultado foi a
salvação a todo aquele que crer. A igreja de Roma era fruto disso.
2) Existe em
razão da graça de Deus. – Paulo encerra a sua Epístola com uma expressão de louvor e adoração. Isso
tinha uma razão de ser, a revelação da graça de Deus, mediante o Evangelho: (Romanos
16. 26, 27). “Ao Deus... seja dada a
glória”. (V. 27). Foi por intermédio do Pai que o Evangelho foi,
finalmente, revelado; portanto, ele merece toda a honra, o louvor e a adoração.
A sabedoria, a soberania e a graça de
Deus são as fontes das relações interpessoais.
Conclusão: - Nada mais apropriada do que encerrar uma
carta incentivando as relações interpessoais saudáveis. É isso o que Paulo faz
no final da carta aos Romanos. Primeiramente vemos o quanto ele valorizou o
relacionamento interpessoal saudável, doutrinando a igreja a respeito dos
perigos das contendas e divisões. O individualismo, o sensualismo e as heresias
deveriam ser resistidos energicamente. Muitos dos nomes que Paulo citou haviam
labutado ombro a ombro com ele na edificação do Corpo de Cristo. Não eram
lembranças nostálgicas, mas recordações que ajudavam a refrigerar a ama. Por último,
não deveriam esquecer de que a fonte e a origem de toda harmonia é Deus. Ele é
a fonte de toda a graça dispensada.
Lição elaborada pela prof. ª Maria Valda
Pastora da ADMEP
Fonte
de Pesquisa
ü Lições Bíblicas/Professor – 2016 – abril/maio/junho.
ü Bíblia de Estudo
MacArthur
sábado, 28 de julho de 2018
“A MARAVILHOSA GRAÇA”
ADMEP
Transformando Vidas pelo Ensino Sistemático da
Palavra
Rua, Dr. José Thomas, 651 – Pavuna – Rio de Janeiro
– RJ
CEP. 21. 520-020
Pastora
da ADMEP: Maria Valda
RG CIMADESO: 032/2018
Departamento de Educação Cristã
Escola Bíblica Dominical
“A MARAVILHOSA GRAÇA”
Leitura
Bíblica em Classe
Romanos 6. 1 –
12
Introdução: - No cristianismo, graça é o dom gratuito de Deus
ao homem num encontro transformante em que a criatura humana é restaurada.
Através da graça, Deus confere ao homem a participação na vida divina fazendo-o
Seu filho adotivo. Perdida a amizade
de Deus pelo pecado, a sua recuperação é feita ou pelo arrependimento genuíno
dos pecados e aceitação do sacrifício de Jesus. Ninguém é salvo sem receber a graça de Deus.
A salvação é pela graça, o que
significa que é gratuita, e é algo que não podemos alcançar pelos nossos próprios
esforços.
Definição: - Graça de Deus: - No
âmbito da teologia, graça consiste no dom sobrenatural, concedido por Deus como
meio de salvação.
I.
A DOUTRINA DA GRAÇA DE DEUS: - (Tt 3. 4; Ef
2. 7)
1)
Definição da Graça:
2)
Graça implica:
§
Misericórdia
§
Beleza
§
Adorno
§
Gozo; alegria (gozo é mais
interno); alegria é mais externa).
3)
Definir Graça de Deus
§
Graça no AT. Exemplos: Êx 33. 13; Jr 31. 3
§
Graça no NT:
§
Graça de Deus é DEUS POR NÓS: I Co 1. 30
§
Graça de Deus é DEUS
OPERANDO POR NÓS.
4)
Graça de Deus para Salvar,
Tt 2. 11
5)
Graça de Deus e
crescimento, II Pe 3. 18
6)
Três efeitos da Graça de Deus na vida do
crente:
a)
Graça para triunfar (Rm 6.
14; Hb 13. 9: At 4. 33)
b)
Graça para trabalhar para o
Senhor, Hb 12. 28
c)
Graça para dar a Deus e ao
próximo, II Co 8. 1, 6, 7.
§
Dar quatro coisas:
1.
Dar-se
a si mesmo totalmente a Deus.
2.
Dar
seu tempo
3.
Dar
seus talentos
4.
Dar
seu dinheiro
Cf. O crente do AT e sua
liberação a Deus, Dt 12. 6. Temos aí 7 tipos de ofertas. Isso correspondia aos
30% da renda de um judeu devoto.
Os judeus tinham 4 tipos de
dízimos. Ante as 7 ofertas – (financeiras) e os 4 dízimos (que vamos estudar), é
demais, na Graça, o cristão pagar os seus dízimos?
7)
Graça no falar, Sl 45. 2
8)
Graça no cantar, Cl 3. 16
9)
Graça no tratar, Rt 2. 10
10) Graça precedente,
11) Graça eficiente: “A Graça
Irresistível é o ensino que Deus irresistivelmente conquista a vontade do
pecador eleito com sua graça e o regenera, concedendo-lhe fé e arrependimento
para crer em Jesus Cristo. ”
12) Graça habitual,
13) Graça e humildade, Tg 4. 6.
II. A VITÓRIA DA GRAÇA
1)
A graça destrói o domínio do pecado. – Para Paulo, o pecado era
como um tirano impiedoso que não poupava seus súditos. Ele reinou desde que
entrou no mundo e seu domínio parecia não ser ameaçado. Como se libertar, então, desse tirano? Paulo
mostra que a solução de Deus foi aquilo que lhe servia de base de sustentação,
o corpo do pecado: Rm 6.6).
2)
A graça destrói o reinado da morte. O Apóstolo mostra que o
reinado do pecado e seu domínio caracterizaram-se pela morte. (Rm 6. 23). Não há
lugar nesse mundo onde não se sinta as consequências do pecado.
3)
A graça e os efeitos do pecado. Os efeitos do pecado podem
ser vistos por toda parte. O pecado traz a marca da morte. Paulo mostra que a
Graça de Deus invadiu o domínio do pecado e destruiu seu principal trunfo – o poder
sobre a morte; quando nos reconciliamos
com Deus, destrói-se o poder da morte espiritual.
III. OS FRUTOS DA GRAÇA
1) A graça liberta. – A graça é libertadora (Rm
6. 14) “O pecado não terá domínio sobre vós”. Temos aqui uma
declaração indicativa, uma promessa, e não um imperativo ou uma exortação; e
produz frutos para a nossa santificação. (Rm 6. 22).
2) Exigência da graça. – A graça liberta, mas ao
mesmo tempo tem suas exigências. Isso fica claro pelo uso dos termos considerar
(Rm 6. 11), que origina (logizomai) significa reconhecer,
tomar consciência (Rm 6. 11). Em Rm 6. 13 a palavra “apresentar” (gr. paristemi),
significa colocar-se à disposição de alguém:
(Rm 6. 13).
3) A graça santifica: - Paulo revela que um dos
efeitos imediatos da graça é a justificação e o outro é a santificação: (Rm 6.
22). A palavra “santificação”, que traduz
o grego hagiasmos mantem o sentido de “separação”.
A graça nos libertou e nos separou para Deus.
Conclusão: - Vimos nesta lição quem são os inimigos da
graça, conhecemos a vitória da graça e os seus frutos. Tudo que temos e tudo
que somos só foram possíveis pela graça de |Deus. Essa graça é que trouxe
salvação (Tito 2. 11, 12).
Lição elaborada pela prof. ª Maria Valda
Pastora da ADMEP.
Fonte de Pesquisas:
ü A Revista da CPAD – A Obra
da Salvação – 4º Trimestre de 2017.
ü Os Elos da Salvação –
11/06/1995 – Aula dada pelo Pr. Tutécio Mello.
ü Apostila do Pr. Antônio
Gilberto: A Doutrina da Salvação.
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